Crónicas da Parvoeira: O meu novo blog

Posted: 02 novembro, 2012 by O Cronista da Parvoíce in
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Já podem visitar o meu novo blog "Crónicas da Parvoeira" em http://cronicasdaparvoeira.blogspot.pt/ e adicionar-se a minha página também (https://www.facebook.com/cronicasdaparvoeira). 

Ainda estão aqui!? Estão a espera de quê?

A cabeçada de fim...

Posted: 31 maio, 2012 by O Cronista da Parvoíce in isso de
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Depois de quase 6 anos de escrita ao serviço dos Cabeças Sujas, decidi terminar a minha participação neste blog.


Agradeço aos que tornaram os CS numa realidade: os restantes membros, e claro os que ao longo destes anos têm visitado e comentado o nosso blog.

Isto não é um adeus, mas um até já. Talvez num blog por aí!

Para todos vós, um grande abraço

M@rkito

É quinta-feira…

Posted: 17 maio, 2012 by O Cronista da Parvoíce in isso de ,
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Há dias, li uma notícia que me deixou bastante perturbado. Segundo o autor dessa reportagem, um estudo revela que a quinta-feira é o dia da semana, sexualmente mais interessante. Por outras palavras é o melhor dia para o fanesgo. Quem tiver uma vontade extrema de coiso, é melhor aguardar até a quinta para as expectativas não serem defraudadas. 

Já me imagino numa quarta-feira a noite, acompanhado por uma princesa e esperando ansiosamente que chegue a meia-noite. “Meia-noite? Já? Sabias que a quinta-feira é o melhor dia para espalhar magia? Que tal comprovarmos isso? Acho que era importante comprovarmos isso, nem que seja num intuito meramente cientifico… (Algum tempo depois) Tens jeito para a coisa, nem te imaginava tão flexível! Isto correu tão bem, que era gajo para repetir, não achas que deveríamos experimentar a semana toda? Nem que seja para termos um termo de comparação? Concordas? Então!? Em que ficamos? Espero que só abras a boca para dizer sim, se estás com outras ideias esquece lá isso! Não lestes as notícias!? Isso pode provocar cancro!? E como não sei onde é melhor evitar!”

E até tenho uma banda-sonora, que deveria ser o hino das quintas-feiras. Aqui vai o refrão:


É quinta-feira…YEAH
Vou pinar a noite inteira…YEAH
Nem que seja com o azulão…YEAH
Hoje não é dia de usar a mão…YEAH
Vai ser…Bom bombombom
Quem me der ser…Já jájájá

Cabeça Suja... Já a espera da próxima quinta...


M@rkito ® 

A perigosidade da oralidade

Posted: 16 maio, 2012 by O Cronista da Parvoíce in isso de ,
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Há dias, soube de fonte segura, num jornal de renome, que o sexo oral pode provocar cancro nos seus praticantes. O problema é que na notícia não especificava o tipo de cancro. Confesso que fiquei bastante preocupado, queres ver que posso apanhar essa porcaria.


Há muito tempo que sou adepto dessa modalidade, mas não sabia que podíamos apanhar cancro. Sempre achei essa actividade, uma prática de sexo seguro. Nunca pensei que ligar para linhas eróticas poderia provocar Cancro do Tímpano.

Como fiquei com a pulga atrás da orelha, para já não tenho mais nenhum sintoma, fiz como todos que tem dúvidas sobre questões de saúde. Fui pesquisar na Internet. Aí descobri, que aquilo que pensava ser sexo oral, ouvir senhoras emitirem sons estranhos pelo telefone, não tem rigorosamente nada a ver com o verdadeiro sexo oral. O sexo oral para a maioria das pessoas, não é mais que a “Técnica do Corneto”. Sinceramente, eu pensava que o único risco que essa prática acarretava, era uma alergiazita, principalmente para as pessoas intolerantes a lactose.

Cabeça Suja... Longe do telefone


M@rkito ® 

O Complexo do “Vai tu primeiro!”

Posted: 24 fevereiro, 2012 by O Cronista da Parvoíce in isso de ,
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Há dias, fui comer ao McDonalds e na fila observei uma situação bastante estranha. A minha frente, Estava um grupo de amigos mas ninguém aparentava querer ser atendido em primeiro. Até parecia que ninguém queria comer, até cheguei a pensar que eram funcionários vestidos a paisana, num propósito de aumentarem as vendas. Como perguntam vocês? É simples, e confesso que fiquei impressionado pela subtileza da táctica, como quem não quer a coisa, os sujeitos demoram muito a pedir, fazendo com que os outros clientes ficam a espera e com cada vez mais fome. Chegada a vez, dos verdadeiros clientes, estes esganados com fome, pedem o dobro dos alimentos, logo mais consumo. Mas afinal, essa minha teoria desvaneceu quando me chamaram para outra caixa para ser atendido.

Afinal os gajos não gostam, é de falar inglês. É um facto, a escola nunca nos prepara para fazermos pedidos no Mc. Aprendemos coisas básicas, como dizer as horas, e contar, mas pergunto eu: “Comer no Mc não basicamente importante?”. Eu acho que sim. As primeiras coisas que deveríamos aprender a dizer, é o nome de todos aqueles menus com o sotaque adequado. Mas como não é possível, deveriam aportuguesar o nome dos menus, imaginem que o meu avô queira comer um hamburger, acham mesmo que irá pedir um BigMac, ou até um McChicken!? Não creio! Não era muito mais simples o BigMac, passar a ser o GrandeMac e o McChicken, o McGalinha? E citando apenas estes dois menus.

Quando estava a deliciar-me com o meu repasto altamente calórico, mas bom como o catano, reparei que no acto despejar os seus tabuleiros, os rapazes apresentaram o mesmo comportamento que há pouco na caixa. Foi aí que percebi tudo. Estava na presença do Complexo do “Vai tu primeiro”, uma espécie de pacto silencioso, em que o primeiro não é o mais corajoso mais sim o mais fraco. O primeiro sujeito a avançar, para qualquer que seja a situação, fê-lo apenas por não ter a coragem e a força, para aguentar que alguém avançasse antes dele. Penso que o próximo exemplo será bastante esclarecedor e atestara a veracidade da teoria do Complexo do “Vai tu primeiro”. É em noites de bebedeiras que se constata mais, essa coisa do “Vai tu primeiro”, podemos estar com a bexiga cheia até o limiar do suportável, mas ninguém ousa ser o primeiro a ir a casa de banho. Esperamos que alguém, se sacrifica e se digna a ser o primeiro, só depois desse heróico sacrifício, que louvamos com um “Já!?” e um “Não aguentas nada!”, é que comecem um rodopio de idas a casa de banho.

Um conselho: de hoje em diante, não tenhas medo de ser último e de ser um ovo podre. Pensa que mesmo na derrota, e apesar de ser um ovo podre, foste o mais bravo enquanto os outros fugiram feitos maricas.

Cabeça Suja… a espera que alguém vá a casa de banho em primeiro. Estou a ficar aflito

M@rkito ®


Esta cabeçada foi sugerida pelo Rafael Ferreira 

E o aniversariante do dia é... O Jorge

Posted: 21 fevereiro, 2012 by O Cronista da Parvoíce in isso de
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O nosso JORGE está de parabéns! Hoje é dia do seu 30º aniversário! Uma salva de palmas para ele!


A espeleologia nasal rodoviária, ou a mestria de tirar macacos do nariz ao volante

Posted: 16 fevereiro, 2012 by O Cronista da Parvoíce in isso de ,
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Há dias, como estava muito aborrecido em casa, decidi ir passear. Peguei então no meu carro, e fui dar umas voltinhas. O passeio corria sobre rodas, estando de carro dificilmente andaria de outra forma, até que fico retido num engarrafamento, as famosas bichas. Não era uma bicha qualquer, era uma senhora bicha, grande para carago. Daquelas que tentámos fugir desesperadamente de marcha atrás, mas fundamentalmente com o traseiro em lado oposto ao perigo. Mas infelizmente, não tive escapatória. Não havia como fugir do engarrafamento. Como não tinha mais nada para fazer, comecei a soltar o animal dentro de mim, comecei a tirar macacos do nariz.



Confesso que não foi a primeira vez, nem há-de ser a última, que tiro macacos enquanto conduzo. Não é para me gabar mas já sou um mestre em tirá-los, antigamente quando enfrentava uma remoção mais complicada parava, ou aguardava até encontrar uma portagem ou um engarrafamento. Mas depois de muitas horas de prática, até a alta velocidade consigo fazê-lo. Tornei-me, inclusive, num pro do “lançamento polegar”, técnica que consista em livrar-se do excremento nasal (EN) extraído, num simples gesto dedal. Nem sempre fui um guru nessa arte, e inúmeras vezes a trajectória do EN não foi a mais desejada. Ou acabavam contra o pára-brisas, o volante, ou pior ainda, contra o pendura que teve a infeliz ideia de subir no meu carro.

Não gosto muito de engarrafamentos, é uma mania minha, gosto de chegar ao destino atempadamente, mas este teve uma coisa boa. Pude constatar que não sou o único a aproveitar qualquer oportunidade para explorar as grutas nasais enquanto circulo nas estradas portuguesas. Depois com os vários condutores, que como eu estavam retidos na fila, decidimos fazer algo para passar o tempo. E assim nasceu, nas estradas portuguesas, a “macacada olímpica”, que consiste num lançamento de macacos. Infelizmente, não fui o grande campeão dessa prática. A grande vencedora conseguiu projectar os seus macacos até uns impressionantes 32 metros.

Mais tarde, soube que o engarrafamento foi provocado por um acidente, devido ao condutor estar a tirar macacos do nariz. Pelo menos é o que as provas indicam, assim como o dedo indicador do sujeito alojado na sua narina esquerda.

Cabeça Suja…a tirar macacos do nariz

M@rkito ®


Esta cabeçada foi sugerida pelo Bruno Sousa

Cupido

Posted: 14 fevereiro, 2012 by O Cronista da Parvoíce in isso de ,
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Há dias, assisti a uma palestra que estava a decorrer na minha antiga escola. Se não estou em erro o titulo dessa conferência era: “A comercialização do amor e a sua repercussão na sociedade moderna”. Como não tinha mais nada para fazer, e o tema era bastante apelativo, decidi ir dar uma espreitadela. Não é todos os dias que numa escola se fala da modernização da prostituição. Afinal, eu estava enganado, o tema não era sobre a prostituição, mas sobre o dia dos namorados. Vendo bens as coisas, o engano não era assim tao grande. Para usufruir da intimidade da prostituta, temos de pagar em dinheiro, e quando queremos fazer o mesmo com o outro nicho de marcado (muito mais vasto), pagamos em flores, jantares, e outros artigos de bijutaria ou indumentária.


Mesmo não sendo a temática esperada decidi ficar, podia ser que captasse uma ou duas informações uteis para espalhar magia. Outra razão para eu ficar, foi o facto do sexo feminino estava fortemente representado na assistência. Lembro-me que os oradores estavam todos ligados de uma forma ou outra ao Dia dos Namorados, de florista a ourives, havia de tudo. Sinceramente, não sei de que falaram, adormeci quando o florista começou a falar do significado das flores. E só acordei com a apresentação de um sujeito que estava vestido de uma forma esquisita. Ele estava de fraldas, com umas asinhas e um arco embarreirado. Confesso que a sua palestra foi qualquer doutro mundo, não que fosse Alien, mas por ser, supostamente, o deus do amor

O orador: Boa tarde a todos! Queria desde já agradecer o convite e dizer-vos que é uma honra estar… Onde é que isto é? Isso! Como dizia, é uma honra estar aqui. Chamo-me Manuel da Conceição Valentim, e sou profissional do amor. Mas podem chamar-me São Valentim. ..

M@rkito: Desculpa interrompê-lo, mas tenho uma questão?

São Valentim: Faça favor!

M@rkito: Você não tem frio assim vestido, é que está um frio do caraças!

SV: Por acaso, até tenho bastante, mas Esta a minha farda, e fardo, é assim que trabalho. Mais uma rica ideia da minha mãe!

M@rkito: Da sua mãe!?

SV: Sim! A Afrodite, a deusa do amor!

M@rkito: Então você é o Cupido?

SV: Qual foi a parte do São Valentim que não percebeu!? O São? O Valentim?

M@rkito: Se o seu nome é São Valentim, de onde é que saiu o nome Cupido?

SV: É a minha alcunha! Ela surgiu quando eu andava no quarto ano da Primária Olímpica, escola do Monte Olimpo. Fiquei conhecido por Cupido depois de ter ganho um concurso de cuspo!

M@rkito: Não vejo o que isso tem a ver com o nome!

SV: é que na altura não conseguia dizer os “s”, e como no meu discurso vitorioso disse: “Etou tão feliz por ter cupido mai longe de todo”, fiquei conhecido como Cupido, o maior cupidor!

M@rkito: Outra coisa que não percebo! Não é suposto ser um bebé?

SV: Já fui! Não ia ficar na fase Cerelac para sempre! Acha mesmo que essa fase nunca acaba?

M@rkito: Depende! Há quem não cansa de ser verdinho e de continuar a comer papa! Principalmente se viver na zona de lisboa.

SV: Voltando ao que me trouxe aqui, eu acho que a minha festa, não pode ser considerada como uma festa estritamente comercial. Alias, essa é uma desculpa que os namorados dão quando se esquecem de comprar uma prenda para as suas amadas – Então amor!? O que me comprastes?- Comprei? Mas tu não fazes anos hoje?- não me digas que te esqueceste que o hoje é o dia dos namorados?- Claro que não, mas não pensava que desses tanta importância a este dia que não passa de uma festa comercial. O que realmente interessa é que te amo, e todos os dias! Já agora comprastes alguma coisa para mim!?

Infelizmente, o tempo de antena de Cupido acabou e não pôde falar mais sobre a sua profissão. Vou aguardar até próxima palestra para saber mais e talvez tornar-me no melhor profissional do amor das redondezas!

Cabeça Suja…de fralda, asinhas e a treinar tiro ao alvo

M@rkito ®